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quinta-feira, 3 de abril de 2025

SDE acompanha processo de modernização da unidade fabril da FORTLEV em Camaçari

     SDE acompanha processo de modernização da unidade fabril da FORTLEV em Camaçari



Incentivado pelo Governo do Estado, conjunto fabril da Bahia corresponde por aproximadamente 40% do faturamento de todo o grupo


Fotos: Mário Marques/SDE


A comitiva da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) realizou, nessa terça-feira (1), uma visita técnica à unidade fabril da FortLev, localizada no Polo Industrial de Camaçari, para acompanhar o projeto de modernização em curso, reiterando o papel do órgão em monitorar os empreendimentos implantados, em implantação e incentivados no estado.


Com duas unidades em Camaçari, uma para fabricação dos produtos e outra exclusiva para compostagem da matéria-prima, o conjunto fabril corresponde por aproximadamente 40% do faturamento de todo o grupo FortLev, que está presente em oito estados do Brasil. A empresa é beneficiária do Programa de Estímulo à Indústria do Estado da Bahia (PROIND), gera 425 empregos diretos e recebeu o investimento de mais R$ 164 milhões. O projeto de modernização recebe o investimento previsto de R$ 220 milhões, e após conclusão, prevê a geração de mais 90 empregos postos de trabalho. 


Fotos: Mário Marques/SDE


“Nós somos o órgão que fomenta a economia, que incentiva, que estimula e acredita no Estado como indutor do desenvolvimento. Estar aqui na Fortlev, que é a maior empresa da América Latina no setor de rotomoldagem e beneficiamento de membrana e resina, foi uma experiência formidável, pois os técnicos puderam ver na ponta o resultado dos seus trabalhos. O nosso trabalho é fomentar e ajudar a desenvolver a economia no estado da Bahia e a SUDEM está engajada nesse processo para auxiliar o secretário Angelo Almeida e o governador Jerônimo Rodrigues nessa importante tarefa”, destaca o superintendente de Desenvolvimento e Monitoramento de Empreendimentos da SDE, Alisson Gonçalves. 


A planta é composta por quatro linhas produtivas: Rotomoldagem, Injeção, Extrusão e Compostagem, sendo responsável pela produção de caixas d'água, cisternas, reservatórios e acessórios para sistemas hidráulicos. A área também conta com um Laboratório de Testagem para análise de matérias-primas e dos produtos fabricados, um Centro Logístico e uma Central de Tratamento de Efluentes. O projeto de modernização em andamento é voltado para produção e distribuição de energia solar e placas fotovoltaicas.


Fotos: Mário Marques/SDE


A comitiva técnica da SDE ainda discutiu possíveis articulações para fomentar o desenvolvimento econômico na Bahia, principalmente através da geração de emprego e renda a partir do projeto em andamento. 


Ascom/SDE

segunda-feira, 24 de março de 2025

A conformidade e suas cormobidades

                               




SAÚDE TOTAL


CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA


                                          A CONFORMIDADE E SUAS CORMOBIDADES

Querendo ou não temos que admitir: a pressão que determinado grupo pode exercer sobre a gente, para que nos alinhemos aos seus reclamos, é bastante relevante.

Segundo Elliot Aaron e Joshua Aaron (2023), as idades entre 10 a 25 anos, são mais propensas a cederem mais fácil às pressões de um grupo, porque ainda o sistema de autocontrole do cérebro, responsável pelo planejamento, pensamento sobre o futuro e avaliação de risco, ainda não está totalmente desenvolvido. Por isso, seres desta idade, se envolvem em tantas situações de risco, porque acreditam que são excitantes os momentos desafiadores, e não perigosos.

Também, se o indivíduo tiver baixa autoestima, certamente irá aceitar com mais facilidade o que o grupo que o pressiona irá lhe ofertar, sinalizando para nós que um efetivo preparo afetivo é de grande valia desde a tenra idade.

Por isso é tão importante uma educação pautada na afetividade, diálogo e muita interação social sadia, pois formamos nossas ideias, consequentemente nossas ações, tendo como parâmetro o grupo social com o qual estamos inseridos.

Um exemplo é percebermos o quanto nas grandes cidades o índice de gentileza é muito mais baixo que nas cidades interioranas. Não é preciso explicar o porquê deste fenômeno não é mesmo? As metrópoles estão apinhadas de pessoas correndo de um lado para o outro apenas existindo, sem sentido para a vida, a não ser o ganho para se manter o mais confortável possível na selva de pedra em que estão.

Alguns estudos apontam para o fato de que uma ajuda – como quando alguém se acidenta, ou está em apuros por causa de alguma crise ou assalto - é mais fácil de ser conseguida em cidades menores, pois o ritmo de vida é mais lento e há menos demandas de atenção dos transeuntes. Neste caso e no caso da gentileza são as centenas de distrações das cidades grandes que nos levam a sermos mais reificados, portanto, menos propensos a exercer efetivamente nossa humanidade.

Também tem o fato de que se você vir uma situação em que alguém está em apuros, mas perceber que as pessoas ao redor não estão se importando, pode pensar que se ninguém está ajudando é porque não deve ser tão grave assim e, como eles, passar de largo.

Todos estes ditos nos levam a pensar em que devemos nos ater para não perdermos a faceta de sensibilidade necessária para construirmos um mundo mais humano.

Vamos seguir ponderando...

Um forte abraço para você!

 

 

Referência:

AARON, Elliot e AARON, Joshua. O animal social. Trad. Marcelo Borges. São Paulo: 2023.

Instagram: eduardo_baunilha_psicanalista

segunda-feira, 17 de março de 2025

Galeria Belo Brasil apresenta a Exposição Coletiva “Formas, Ritmos e Essências”

 

Obra de Tara Marie Anderson

Exposição reúne obras de 12 artistas que exploram a diversidade de técnicas para celebrar a criatividade e a cultura.

A Galeria Belo Brasil tem o prazer de convidar todos para visitar a exposição coletiva “Formas, Ritmos e Essências”. Em cartaz até 13 de abril de 2025, a mostra reúne obras de 12 artistas talentosos, cada um com sua visão única e estilo inconfundível. Os artistas:  Camila De Medeiros, Cristine Pucci, Gisele Faganello, Hideki Gunji, Julia Cotellessa, Marcelo Weiss, Mário Lúcio Sapucahy, Moises Chaves, Silvia Mantova, Tara Marie Anderson, Waxamani Mehinako e Wilson Ruzzante.

A exposição “Formas, Ritmos e Essências” traz ao público uma rica diversidade de técnicas e estilos, unindo o abstracionismo, a arte figurativa, a fotografia e muito mais, através de obras únicas de cada artista. Ao visitar a galeria, se destaca o verdadeiro convite à experiência estética, onde as vivências e culturas de cada um desses criadores se entrelaçam, proporcionando uma exploração singular da arte contemporânea.

Com o intuito de promover as artes regionais e nacionais, além de expandir o alcance para artistas internacionais, esta exposição foi idealizada como uma forma de enriquecer o ambiente cultural do Vale do Paraíba. Ao reunir esses talentos em um único espaço, a Galeria Belo Brasil busca facilitar o acesso do público a novas formas de arte, impulsionando o intercâmbio cultural e o conhecimento popular.

Sobre a Galeria Belo Brasil

Localizada no piso superior do Colinas Shopping ao lado da Loja Renner em São José dos Campos, a Galeria Belo Brasil se dedica à promoção de exposições individuais e coletivas, fomentando o talento de diversos artistas regionais, nacionais e até de fora do país. Nosso compromisso é impulsionar a arte e seus criadores, contribuindo para uma cena artística vibrante no Vale do Paraíba e além.

Julia Cottellesa - “ESPIRAL” - Técnica Mista - 100 x 100 cm

Cristine Pucci - “REAÇÕES” - Acrílico sobre tela - 120 x 140 cm

Mario Sapucahy - “SÃO LUIZ DO PARAITINGA/SP” - Impressão sobre canva - 67 x 100 cm

Serviço

Exposição Coletiva “Formas, Ritmos e Essências”
Data: 13 de março a 13 de abril
Local: Galeria Belo Brasil
Curadoria: Cristina Demétrio
Endereço: Colinas Shopping, loha NS109, piso superior. São José dos Campos – SP
Assessoria de Imprensa: Gisele Lahoz

A biologia da conformidade

                               




SAÚDE TOTAL


CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA


                                          A BIOLOGIA DA CONFORMIDADE

É inacreditável como nosso cérebro trabalha incansavelmente para que nos acheguemos a outros humanos. Realmente fomos criados para a conexão. Você já percebeu que começamos a copiar os outros quando ainda somos muito pequenos? Isso acontece para que a ligação entre as pessoas possa se efetivar, dando-nos uma sensação de segurança oriunda da sensação de comunidade.

Também uma pressão real acontece conosco quando estamos em contato com o outro. Pressão esta que pode ser imaginária também. Este mecanismo é chamado de conformidade. Nosso comportamento ou, até mesmo nossas opiniões são alteradas em função do outro.

Tal comportamento é comum entre os animais, mas por incrível que possa parecer, nós, seres humanos, somos excepcionalmente propensos a esta ação. Neurocientistas atribuem esta façanha aos neurônios-espelho, células que são especialistas em realizar ações quando vemos outras pessoas realizando as mesmas atitudes.

Uma das principais funções dos neurônios-espelho é facilitar o aprendizado social, que é um processo que é conferido a nós por meio da observação. Mas isso tudo acontece praticamente de forma inconsciente.

O que pode ser preocupante é o fato de que a pressão da opinião do grupo pode imperar em alguns contextos, mesmo não sendo algo tão valorativo assim, por medo do não pertencimento que nos encerra. E por que acontece isso?

Porque não concordar com nossos pares, significa ativar a amígdala cerebral justamente onde se processa a dor e o medo, fazendo sentir então a rejeição social. Um fantasma que não queremos encontrar justamente por causa de nosso carecimento de conexão. Assim sendo, nossa necessidade de ter razão conflita com nossa necessidade de pertencimento, causando-nos angústia.

Elliot e Joshua Aaron explicam que “ao mesmo tempo, em muitas situações nós nos alinhamos com o comportamento dos outros porque, quando a realidade física se torna cada vez mais incerta, as pessoas confiam mais e mais na “realidade social (AARON E AARON, 2023, p. 141)”.

Diante desta situação algumas perguntas podem surgir, tais como: o que devo fazer então? Com quais pessoas devo me relacionar? Em quais grupos posso ter meu nome impresso?

E sigamos pensando...

Um grande abraço para você!

 

Referência:

AARON, Elliot e AARON, Joshua. O animal social. Trad. Marcelo Borges. São Paulo: 2023.

Instagram: eduardo_baunilha_psicanalista

SDE acompanha processo de modernização da unidade fabril da FORTLEV em Camaçari

          SDE acompanha processo de modernização da unidade fabril da FORTLEV em Camaçari Incentivado pelo Governo do Estado, conjunto fabri...