terça-feira, 5 de maio de 2026

NIELSEN CHRISTIANNI SERÁ HOMENAGEADO COM O TROFÉU LEÃO DOURADO NO 39° TOTALIZANDO BRASIL

  NIELSEN CHRISTIANNI SERÁ HOMENAGEADO COM O TROFÉU LEÃO DOURADO NO 39° TOTALIZANDO BRASIL




A Revista Total já tem data marcada para mais uma edição do Totalizando Brasil. O 39° evento será realizado no Recife reunindo nomes que se destacam por suas contribuições ao desenvolvimento do país. Entre os homenageados, um nome ganha atenção especial: Nielsen Christianni, que receberá o Troféu Leão Dourado. Engenheiro florestal com trajetória consolidada, ele acumula mais de 50 publicações técnicas e científicas e uma atuação marcada pela defesa do desenvolvimento sustentável. Ex-vice-presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, Nielsen construiu uma carreira baseada em responsabilidade e conhecimento técnico. Ao longo dos anos, ocupou funções estratégicas dentro do sistema Confea, sempre com foco em planejamento, ética profissional e fortalecimento das engenharias no Brasil. Sua experiência também ultrapassa fronteiras. Ele participou de programas ligados a organismos internacionais como a ONU, contribuindo com projetos voltados ao meio ambiente e ao desenvolvimento socioeconômico. No Brasil, teve atuação relevante em conselhos ambientais e entidades de classe, além de liderar iniciativas importantes quando esteve à frente do Crea-PE. O reconhecimento com o Troféu Leão Dourado reforça o impacto de sua trajetória. Mais do que um prêmio, a homenagem evidencia o valor de profissionais que dedicam sua carreira a construir soluções e a gerar resultados concretos para a sociedade. O evento promete reunir autoridades, lideranças e convidados em uma noite de reconhecimento e conexões, mantendo a tradição da Revista Total de valorizar histórias que fazem a diferença.



Foto: Divulgação
Fonte: Blog Revista Total

sábado, 25 de abril de 2026

EXCLUSIVO: Revista Total e Numen Data revelam os números da corrida para o Governo de Pernambuco em 2026

 EXCLUSIVO: Revista Total e Numen Data revelam os números da corrida para o Governo de Pernambuco em 2026




Como prometido, a parceria entre a Revista Total e a Numen Data Pesquisa traz em primeira mão o panorama completo da disputa pelo Governo de Pernambuco. Após ouvir 1.100 eleitores em 78 municípios em todas as regiões do estado, revelamos os números que moldam o cenário político para 2026. A pesquisa, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo PE-07498/2026, possui um nível de confiança de 95% e margem de erro de 3%.

Pesquisa Estimulada: Primeiro Turno

No cenário de primeiro turno, a atual governadora Raquel Lyra lidera a corrida com uma vantagem significativa sobre o prefeito do Recife, João Campos.

• Raquel Lyra (PSD): 45,1% • João Campos (PSB): 37,1% • Eduardo Moura (Novo): 4,1% • Ivan Moraes (PSOL): 2,1% • Ninguém/Branco/Nulo: 8,2% • Não sabe/Não respondeu: 3,4%
Simulação de Segundo Turno: Raquel Lyra x João Campos Em uma eventual disputa de segundo turno entre os dois principais candidatos, a governadora Raquel Lyra ampliaria sua vantagem, consolidando seu favoritismo.
• Raquel Lyra (PSD): 51,0% • João Campos (PSB): 40,5% • Ninguém/Branco/Nulo: 7,3% • Não sabe/Não respondeu: 1,2%

Índice de Rejeição
A pesquisa também mediu em qual candidato os eleitores não votariam de jeito nenhum. Neste quesito, João Campos apresenta o maior índice de rejeição entre os principais nomes.
• João Campos (PSB): 36,2% • Eduardo Moura: 21,5% • Raquel Lyra (PSD): 20,8% • Ivan Moraes (PSOL): 7,8% • Votaria em todos: 1,8% • Não vota em ninguém: 4,5% • Não sabe/Não respondeu: 7,3%

Análise: Segundo o cientista polítco Marlos P. Batista, A frente de 8% da governadora Raquel Lyra dá uma vatagem difícil de ser tirada pelo ex-prefeito de Recife João Campos uma vez que gestores de executivo em campanha de reeleição tem mais ferramentas para crescer nas pesquisas até a data das eleições, além da menor rejeição que a governadora apresentou ter.

Fique ligado na Revista Total para mais análises e desdobramentos do cenário político. A nossa parceria com a Numen Data continua, traremos desdobramentos dessa pesquisa registrada, sempre mantendo a tradição de informação precisa e de alta qualidade que nossos leitores conhecem e confiam.


Fonte: Blog Revista Total

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Amor pelo inanimado

                                   Edu



SAÚDE TOTAL

CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA


                                         AMOR PELO INANIMADO

Parece bizarro pensar que um robô pode fazer muita diferença em nossas vidas, mas pode. E isso não é de agora com o advento de tanta tecnologia.

Presta atenção: em 1939, veja bem! Em uma Feira Mundial de Nova Iorque aconteceu algo muito inusitado. Um homem eletromecânico chamado Elektro, produzido pela Westinghouse Electric Corporation, foi bem aclamado por ajudar as mulheres em seus afazeres domésticos. Parece bem familiar, não é mesmo? (Alexia). Mas o que isso quer nos mostrar é que o amor pelo inanimado vem de tempos bem pretéritos, criando uma consciência que se equipararia e se relacionaria muito bem com o nosso tempo atual: um tempo de muita solidão. O robô, que era somente para ser um ajudante, tinha mais que um objetivo ou função, melhor dizendo. Serviria como uma companhia para quem o utilizasse.

J. Gilbert Baird, da Westinghouse, deu um depoimento na revista Life, dizendo o seguinte: “Elektro é um perfeito cavalheiro e encanta as crianças” (HERTZ, 2021, p. 225). O que ele estava fazendo? Personificando um objeto metálico.

Recentemente, na cidade de Baoding, na China, um homem pediu para ser enterrado em seu Hyundai Sonata prateado. Tal era o afeto que sentia pelo veículo.

Pesquisadores da Universidade da Geórgia, deram robôs Roomba, para 30 famílias e as observaram durante 6 meses. O resultado: dois terços dessas famílias haviam dado nomes para os robôs. O mesmo número conversava com eles e um décimo das famílias compraram roupas para eles e, alguns até levavam o robô para viagens de férias.

Parece assustador, mas é o retrato de um mundo atolado na solidão. Como fomos criados para a conexão, a angústia oriunda da solidão nos faz buscar caminhos muito diferentes do que realmente pode ser o sensato.

Que sigamos pensando... 

Um grande abraço para você!

segunda-feira, 30 de março de 2026

Distração digital

                                   Edu



SAÚDE TOTAL

CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA


                                         DISTRAÇÃO DIGITAL

Sabe quantas vezes verificamos nosso celular, em média, por dia? 221 vezes. Segundo Hertz (2020), isso soma 3h15min de uso diário médio, quase 1200 horas por ano. Olha que estes dados são de 2020. Certamente os números são bem maiores no momento.

A distração digital se tornou tão preocupante que em lugares como Sydney, Tel Aviv e Seul, os urbanistas tomaram a seguinte medida: instalaram luzes de pare/siga nas calçadas para que os pedestres possam perceber e ver se é seguro atravessar a sua sem se desviarem os olhos da tela. Assustador, não é? E quer ver como tal medida deu certo? Na Coreia do Sul, depois da instalação das luzes pare/siga, as lesões de pedestres caíram 20% e as mortes, 40%. E o que tudo isso nos sinaliza? Estamos mais preocupados em estar conectados, que ter atenção para evitar um possível atropelamento.

A grande questão é que o uso do smartphone não deve ser criticado, uma vez que todos os meios de comunicação que revolucionaram determinadas épocas, tiveram muitas críticas. O que não devemos é deixar de entender o papel que ele deve ter em nossas atitudes diárias. Isso é tão real, que o uso indiscriminado do celular, tem feito com que a cortesia e a civilidade sejam substituídas por um movimento de solidão cada vez mais premente.

Em um estudo recente, pesquisadores descobriram que desconhecidos sorriem menos uns para os outros quando estão com seus celulares. Isso para não dizer de momentos trágicos oriundos destas distrações que têm levado muitas pessoas para o cemitério. Nos últimos anos, vários bebês morreram porque seus pais estavam distraídos com o celular.

Em um caso extremos, ocorrido no Texas, uma mãe alegou que havia deixado sua filha de oito meses no banho “por apenas alguns minutos enquanto cuidava do outro filho”. Quando a polícia analisou seu celular, descobriu que ela havia passado 18 minutos no Facebook. Minutos que foram fatais para seu bebê.

Esse é um caso extremos, mas quantas vezes no dia a dia, testemunhamos de crianças sendo negligenciadas, deixadas sozinhas, enquanto os pais estão distraídos com o celular navegando nas redes sociais.

Será isso justo? Que sigamos pensando... 

Um grande abraço para você!

segunda-feira, 9 de março de 2026

O que aconteceu com o ritual de ir ao cinema?

 

Foto: Divulgação.

Durante muito tempo, ir ao cinema foi mais do que assistir a um filme. Era programa, ritual, experiência coletiva. Escolher a sessão, sair de casa, comprar ingresso, sentar na poltrona e esperar a sala escurecer fazia parte de um hábito que movimentava não apenas a indústria, mas também a forma como as pessoas viviam o entretenimento.

Hoje, esse ritual parece estar passando por uma mudança importante.

Nem mesmo os grandes blockbusters, com orçamentos milionários e campanhas globais, garantem mais o resultado de antes. O cinema segue movimentando cifras enormes, claro, mas já não encontra o público com a mesma facilidade. Produções caríssimas vêm ficando abaixo das expectativas, e até franquias que antes pareciam imbatíveis começam a sentir o desgaste.

Mas talvez a questão mais interessante não esteja apenas nos números. O que está em jogo também é comportamento.

Ir ao cinema ficou caro. Em muitos casos, um ingresso somado ao tradicional combo de pipoca e refrigerante transforma um passeio simples em um pequeno evento financeiro. Diante disso, muita gente faz a conta e decide que a experiência já não vale tanto quanto antes, principalmente quando o mesmo filme, ou algo parecido, estará disponível em casa em pouco tempo.

Só que não é só preço.

Há uma mudança na relação das pessoas com o tempo, com a atenção e com a convivência. O espectador que antes aceitava a experiência coletiva como parte do encanto agora encontra mais conforto no streaming, no controle remoto, na pausa para o banheiro, no sofá e no ambiente sem interrupções externas.

E isso nos leva a um ponto delicado: o comportamento dentro das salas.

Celulares acesos, conversas em voz alta, entradas e saídas constantes, falta de constrangimento diante do incômodo causado ao outro. Sempre existiu algum grau de desrespeito, mas hoje parece haver menos vergonha em ser inconveniente. E esse detalhe, que pode parecer pequeno, muda completamente a experiência.

O cinema, como espaço coletivo, depende de um pacto mínimo de presença e atenção. Quando esse pacto se rompe, ele deixa de competir apenas com o streaming e passa a competir com algo ainda mais profundo: a dificuldade contemporânea de sustentar silêncio, foco e convivência.

Talvez seja esse o centro da questão.

Mais do que a falta de bons filmes ou a força das plataformas digitais, o que está mudando é a maneira como as pessoas querem viver histórias. O cinema pede deslocamento, tempo, dinheiro, paciência e disponibilidade. E talvez uma parte do público já não queira — ou já não consiga — oferecer tudo isso.

No fim das contas, a pergunta deixa de ser apenas “por que as pessoas estão indo menos ao cinema?” e passa a ser outra: o que as pessoas estão buscando hoje quando escolhem como, onde e com quem querem viver uma experiência cultural?

Porque, quando o ritual muda, não é só o mercado que muda com ele. As pessoas também.

 

Por: Clilton Paz.

Fonte: Carlos Augusto Rodrigues.

NIELSEN CHRISTIANNI SERÁ HOMENAGEADO COM O TROFÉU LEÃO DOURADO NO 39° TOTALIZANDO BRASIL

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