EXCLUSIVO: Revista Total e Numen Data revelam os números da corrida para o Governo de Pernambuco em 2026
sábado, 25 de abril de 2026
EXCLUSIVO: Revista Total e Numen Data revelam os números da corrida para o Governo de Pernambuco em 2026
Livia Rosa Santana, tem formação em Turismo e Hotelaria, Culinária,Confeitaria, Teatro ( Atriz, Roteirista e Produtora), Jornalismo pela Faculdade Esamc, Locução de Rádio e Coach. . Trabalhou como Produtora e Coordenadora na cidade de Uberlândia (MG), representando o Iacan-Instituto de Artes e Cultura Alvaro Neto,. A empresa contém trabalhos reconhecidos em todo território nacional.
Atualmente atua no jornalismo como CEO dos 35 portais e 6 revistas que é editora-chefe, como assessora de imprensa de famosos e empresários. Já trabalhou como assessora de imprensa de uma agência de modelos, e como a editora-chefe e assessora de imprensa da Revista CBTUR VIP, trabalhou na parte comercial do Jornal do Estado do Rio e Niterói News.
CEO da empresa Topssimo Assessoria
Escreve para vários veículos de comunicação.
quinta-feira, 23 de abril de 2026
Amor pelo inanimado
SAÚDE TOTAL
CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA
AMOR PELO INANIMADO
Parece bizarro pensar que um robô pode fazer muita diferença em nossas vidas, mas pode. E isso não é de agora com o advento de tanta tecnologia.
Presta atenção: em 1939, veja bem! Em uma Feira Mundial de Nova Iorque aconteceu algo muito inusitado. Um homem eletromecânico chamado Elektro, produzido pela Westinghouse Electric Corporation, foi bem aclamado por ajudar as mulheres em seus afazeres domésticos. Parece bem familiar, não é mesmo? (Alexia). Mas o que isso quer nos mostrar é que o amor pelo inanimado vem de tempos bem pretéritos, criando uma consciência que se equipararia e se relacionaria muito bem com o nosso tempo atual: um tempo de muita solidão. O robô, que era somente para ser um ajudante, tinha mais que um objetivo ou função, melhor dizendo. Serviria como uma companhia para quem o utilizasse.
J. Gilbert Baird, da Westinghouse, deu um depoimento na revista Life, dizendo o seguinte: “Elektro é um perfeito cavalheiro e encanta as crianças” (HERTZ, 2021, p. 225). O que ele estava fazendo? Personificando um objeto metálico.
Recentemente, na cidade de Baoding, na China, um homem pediu para ser enterrado em seu Hyundai Sonata prateado. Tal era o afeto que sentia pelo veículo.
Pesquisadores da Universidade da Geórgia, deram robôs Roomba, para 30 famílias e as observaram durante 6 meses. O resultado: dois terços dessas famílias haviam dado nomes para os robôs. O mesmo número conversava com eles e um décimo das famílias compraram roupas para eles e, alguns até levavam o robô para viagens de férias.
Parece assustador, mas é o retrato de um mundo atolado na solidão. Como fomos criados para a conexão, a angústia oriunda da solidão nos faz buscar caminhos muito diferentes do que realmente pode ser o sensato.
Que sigamos pensando...
Um grande abraço para você!
Psicanalista, Analista didata e supervisor clínico, Especialista em Psicologia da Família, Especialista em Psicanálise, Mestre e Doutor em Letras.
segunda-feira, 30 de março de 2026
Distração digital
SAÚDE TOTAL
CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA
DISTRAÇÃO DIGITAL
Sabe quantas vezes verificamos nosso celular, em média, por dia? 221 vezes. Segundo Hertz (2020), isso soma 3h15min de uso diário médio, quase 1200 horas por ano. Olha que estes dados são de 2020. Certamente os números são bem maiores no momento.
A distração digital se tornou tão preocupante que em lugares como Sydney, Tel Aviv e Seul, os urbanistas tomaram a seguinte medida: instalaram luzes de pare/siga nas calçadas para que os pedestres possam perceber e ver se é seguro atravessar a sua sem se desviarem os olhos da tela. Assustador, não é? E quer ver como tal medida deu certo? Na Coreia do Sul, depois da instalação das luzes pare/siga, as lesões de pedestres caíram 20% e as mortes, 40%. E o que tudo isso nos sinaliza? Estamos mais preocupados em estar conectados, que ter atenção para evitar um possível atropelamento.
A grande questão é que o uso do smartphone não deve ser criticado, uma vez que todos os meios de comunicação que revolucionaram determinadas épocas, tiveram muitas críticas. O que não devemos é deixar de entender o papel que ele deve ter em nossas atitudes diárias. Isso é tão real, que o uso indiscriminado do celular, tem feito com que a cortesia e a civilidade sejam substituídas por um movimento de solidão cada vez mais premente.
Em um estudo recente, pesquisadores descobriram que desconhecidos sorriem menos uns para os outros quando estão com seus celulares. Isso para não dizer de momentos trágicos oriundos destas distrações que têm levado muitas pessoas para o cemitério. Nos últimos anos, vários bebês morreram porque seus pais estavam distraídos com o celular.
Em um caso extremos, ocorrido no Texas, uma mãe alegou que havia deixado sua filha de oito meses no banho “por apenas alguns minutos enquanto cuidava do outro filho”. Quando a polícia analisou seu celular, descobriu que ela havia passado 18 minutos no Facebook. Minutos que foram fatais para seu bebê.
Esse é um caso extremos, mas quantas vezes no dia a dia, testemunhamos de crianças sendo negligenciadas, deixadas sozinhas, enquanto os pais estão distraídos com o celular navegando nas redes sociais.
Será isso justo? Que sigamos pensando...
Um grande abraço para você!
Psicanalista, Analista didata e supervisor clínico, Especialista em Psicologia da Família, Especialista em Psicanálise, Mestre e Doutor em Letras.
segunda-feira, 9 de março de 2026
O que aconteceu com o ritual de ir ao cinema?

Durante muito tempo,
ir ao cinema foi mais do que assistir a um filme. Era programa, ritual,
experiência coletiva. Escolher a sessão, sair de casa, comprar ingresso, sentar
na poltrona e esperar a sala escurecer fazia parte de um hábito que movimentava
não apenas a indústria, mas também a forma como as pessoas viviam o
entretenimento.
Hoje, esse ritual
parece estar passando por uma mudança importante.
Nem mesmo os grandes
blockbusters, com orçamentos milionários e campanhas globais, garantem mais o
resultado de antes. O cinema segue movimentando cifras enormes, claro, mas já
não encontra o público com a mesma facilidade. Produções caríssimas vêm ficando
abaixo das expectativas, e até franquias que antes pareciam imbatíveis começam
a sentir o desgaste.
Mas talvez a questão
mais interessante não esteja apenas nos números. O que está em jogo também é
comportamento.
Ir ao cinema ficou
caro. Em muitos casos, um ingresso somado ao tradicional combo de pipoca e
refrigerante transforma um passeio simples em um pequeno evento financeiro.
Diante disso, muita gente faz a conta e decide que a experiência já não vale
tanto quanto antes, principalmente quando o mesmo filme, ou algo parecido,
estará disponível em casa em pouco tempo.
Só que não é só
preço.
Há uma mudança na
relação das pessoas com o tempo, com a atenção e com a convivência. O
espectador que antes aceitava a experiência coletiva como parte do encanto
agora encontra mais conforto no streaming, no controle remoto, na pausa para o
banheiro, no sofá e no ambiente sem interrupções externas.
E isso nos leva a um
ponto delicado: o comportamento dentro das salas.
Celulares acesos,
conversas em voz alta, entradas e saídas constantes, falta de constrangimento
diante do incômodo causado ao outro. Sempre existiu algum grau de desrespeito,
mas hoje parece haver menos vergonha em ser inconveniente. E esse detalhe, que pode
parecer pequeno, muda completamente a experiência.
O cinema, como espaço
coletivo, depende de um pacto mínimo de presença e atenção. Quando esse pacto
se rompe, ele deixa de competir apenas com o streaming e passa a competir com
algo ainda mais profundo: a dificuldade contemporânea de sustentar silêncio,
foco e convivência.
Talvez seja esse o
centro da questão.
Mais do que a falta
de bons filmes ou a força das plataformas digitais, o que está mudando é a
maneira como as pessoas querem viver histórias. O cinema pede deslocamento,
tempo, dinheiro, paciência e disponibilidade. E talvez uma parte do público já
não queira — ou já não consiga — oferecer tudo isso.
No fim das contas, a
pergunta deixa de ser apenas “por que as pessoas estão indo menos ao cinema?” e
passa a ser outra: o que as pessoas estão buscando hoje quando escolhem como,
onde e com quem querem viver uma experiência cultural?
Porque, quando o
ritual muda, não é só o mercado que muda com ele. As pessoas também.
Por: Clilton Paz.
Fonte: Carlos Augusto
Rodrigues.
A Era sem contato
SAÚDE TOTAL
CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA
A ERA SEM CONTATO
Noreena Hertz conta de uma experiência que teve em um mercado em Manhatan em que sendo monitorada por muitas câmeras não encontrou ninguém para ajuda-la em suas compras - se acaso tivesse alguma dúvida – mas apenas terminais, leitores de códigos de barras para fazer o pagamento. Além da solidão do local, tinha o silêncio que a incomodou muito. Não havia interações. Apenas consumidores tendo uma relação bem objetiva com a máquina.
Entendemos que esta é uma tendência que cresceu muito após a pandemia, mas o que isso está fazendo conosco. Talvez seja esta a grande pergunta que devemos levantar: o que toda mudança social incide sobre mim e/ou a sociedade ao meu redor?
Entendemos que tudo isso colabora para que o distanciamento seja uma pedra de toque do nosso tempo. E sabe de uma coisa? Sabia que a geografia muito colabora com esta verdade!?
Pesquisas confirmam que pessoas que vivem em ruas com pouco volume de tráfego têm três vezes mais conexões sociais, amigos e conhecidos que pessoas que vivem em lugares onde a rua tem um tráfego mais intenso. E é fácil entender o porquê. Ruas mais tranquilas trazem mais segurança para os moradores, sobretudo para as crianças que gostam de brincar fora de casa. Isso alimenta nossa necessidade de comunidade.
Percebemos muitas ações interessantes acontecendo. Muitos lugares, como Cobilândia e Jardim América, ganharam praças e espaços de conexão que são verdadeiros promotores da fraternidade. Pessoas se encontram, conversam, se conectam criando laços importantes para a saúde total.
Em Cariacica (ES), o governo construiu uma orla que além de embelezar o lugar, serve como um espaço de integração, onde as pessoas conversam, fazem atividades físicas, andam de bicicleta, criando assim uma atmosfera de movimento comunitário onde pulsa a vida.
Vimos aí que existem lugares de distanciamento e lugares onde podemos treinar nossa conexão social. Que possamos buscar equilíbrio nestas partes para que a vida ganhe um tom mais colorido.
E sigamos pensando...
Um grande abraço para você!
Psicanalista, Analista didata e supervisor clínico, Especialista em Psicologia da Família, Especialista em Psicanálise, Mestre e Doutor em Letras.
EXCLUSIVO: Revista Total e Numen Data revelam os números da corrida para o Governo de Pernambuco em 2026
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