segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Andréa Brêtas utiliza as lentes da câmera para trazer à tona o tema da Mutilação Genital Feminina em exposição de fotos em preto e branco, de mulheres africanas, em quatro salas dos Correios Niterói RJ

         Andréa Brêtas utiliza as lentes da câmera para trazer à tona o tema da Mutilação Genital Feminina em exposição de fotos em preto e branco, de mulheres africanas, em quatro salas dos Correios Niterói RJ



A mostra tem por objetivo provocar o observador e conscientizar sobre o fim à violência contra a mulher, com intervenções no dia 06 de fevereiro (Dia Internacional da Tolerância Zero à MGF) e 08 de março (Dia Internacional da Mulher)





"Eu quero contar a história das mulheres que sofrem violência, sejam elas quem forem, pelas lentes da minha câmera, e escolhi as que sofrem mutilação genital feminina (MGF), prática que atinge mais de 200 milhões de mulheres em mais de 90 países no mundo, sendo 29 na África.


A África é um continente que sempre me provocou um enorme fascínio, algo como um pertencimento de outra vida. Quando viajo para fazer fotos, é o único local de onde não sinto vontade de voltar. 


Na exposição apresento fotos da Namíbia e do Quênia. Por que? Para criar um contraponto entre o olhar das mulheres de cada país.

Na Namíbia, não há mutilação. Estive lá e fiz fotos incríveis. Quando retornei assisti ao filme "Flor do Deserto" (2009, dirigido por Sherry Hormann), sobre a modelo somali Waris Dirie, que fugiu e em uma entrevista à revista Marie Claire, em 1996, já uma supermodelo internacional no auge da carreira, abriu ao mundo um assunto até então considerado tabu, a MGF.


Então, viajei para o Quênia, onde a prática é realizada, de forma tão gritante, que acreditam que “Só uma mulher cortada é uma boa mulher". Em Enugu, estado da Nigéria, por exemplo, soube de uma menina de oito dias de nascida que foi batizada e mutilada no mesmo dia.


Então, através das fotos, da diferença de olhares, as pessoas vão notar a diferença entre as expressões das mulheres desses dois países, e certamente vão se deixar tomar por emoções diversas.


Mas o mais importante é a conscientização de que a violência contra a mulher, independente da forma que seja praticada deve ser falada, gritada e mostrada.

Minha verdade são esses olhares em preto e branco. Você é meu convidado a enxergar a razão dessa luta!" 





fotógrafa e artista plástica Andréa Brêtas apresenta a exposição "Pranto", onde traz fotos de mulheres africanas em quatro salas do Espaço Cultural Correios Niterói RJ, em preto e branco, para conscientizar sobre a violência contra a mulher, principalmente sobre a MGF - Mutilação Gentital Feminina, que, segundo o Unicef, vitimiza, ainda hoje, milhões de mulheres e meninas em todo mundo e que, a cada ano, atinge cerca de três milhões de meninas, antes de completar 15 anos.


A mostra não traz cores porque tem o objetivo de provocar reações e conexões com o observador, mas traz visivelmente o respeito do olhar de Andréa Brêtas e a excelência da curadoria da Tartaglia Arte na escolha de temas de impacto e importância socio-culturais.


"Pranto" acontece entre os dias 28 de janeiro e 11 de março de 2023, não por acaso. Desde 2012, a data de 06 de fevereiro foi adotada como o Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina, por unanimidade, em votação da Assembleia Geral das Nações Unidas (Resolução 67/146). No dia 08 de março, comemoramos o Dia Internacional da Mulher. Em ambas as datas, Andréa Brêtas estará presente para visita guiada e bate papo com outros profissionais para falar sobre o tema.


O enfrentamento às múltiplas formas de violência contra as mulheres é fundamental para que haja condições mais dignas e justas, lutando pela erradicação, respeito e igualdade.





TESTEMUNHOS

"A assassina era profissional. Eu estava paralisada de medo. A mulher retirou do saco uma lâmina de barbear partida" (testemunho de uma vítima)


"Senti que me cortavam a carne, os órgãos genitais. Ouvia o ruído da lâmina que ia e vinha. Depois não senti mais nada ...porque desmaiei" (testemunho de uma vítima)


"Se forem mutiladas, as meninas já podem vestir roupa interior, serão mais responsáveis, encontrarão um marido. São mulheres mais completas e respeitadas. Se não forem, sãodiscriminadas (testemunho da matriarca de uma aldeia no Quênia)


"O corpo que Deus me deu  à nascença era perfeito. Os homens retiraram-me a força e tornaram-me deficiente (testemunho de uma vítima).



"A África nos testa o sentido de humanidade.

Elas estão lá para nos perguntar em que grau somos humanos.

Quando a dor do outro deixou de ser também a nossa dor?

A Mutilação Genital Feminina existe.

As mulheres africanas resistem.

E nós? A nós, cabe provar que nascer mulher vale a pena." (Andréa Brêtas)







SOBRE ANDRÉA BRÊTAS


Carioca, radicada em Petrópolis desde 1992.
Formada em Direito, logo percebeu que não iria encontrar realização plena no mundo jurídico. Sua alma sempre buscou as artes. Com pinturas e esculturas realizou exposições dentro e fora do Brasil, comercializando obras para vários cantos do mundo. Na fotografia, artistas como Brooke Shaden, Danny Bittencourt, Sue Bryce e Flora Borsi atuam como inspiração e parte da formação acadêmica que acumulou através de inúmeros cursos e workshops aqui e no exterior. Na pintura, os clássicos Kandinsky, Miró, Pollock e mais Luís Áquila, Daniel Senise entre outros.
Sua pesquisa artística busca a exposição do interior feminino como foco e, para isso, faz uso da escultura, da pintura e da fotografia como ferramentas incessantes de expressão pessoal e demonstração de sentimentos.

Instagram: @andrea_bretas
Facebook: https://www.facebook.com/andreacbretas



EXPOSIÇÕES




. Exposição individual "Tudo Mais Entre Nós" no Centro Cultural Correios RJ - RJ, 2022
. Exposição coletiva de NFTs na World Art Dubai, Dubai , 2022.
. Exposição coletiva na Fábrica Bhering no Centro - RJ, 2022
. Exposição coletiva na Sala José Cândido de Carvalho em Niterói - RJ, 2021.
. Exposição coletiva no Centro Cultural dos Correios no RJ.
. Bienal Européia e Latino Americana de Arte Contemporânea, 2021.
. Exposição Coletiva no Espaço Cultural Correios em Niterói.
. Bienal Européia e Latino Americana de Arte Contemporânea, 2021.
. Exposição Coletiva na Hamptons Fine Art Fair em Nova York, EUA, 2021.
. Exposição coletiva na Saphira & Ventura Art Design Architecture em Nova York, EUA, 2021.
. Exposição Individual “Sombras”no Coletivo BB Artes Visuais no RJ, 2021.
.Exposição coletiva na Art Lab Gallery, em São Paulo, SP, 2021.
. Exposição coletiva no 6o Circuito Arte Búzios - Búzios, RJ, 2021
. Exposição coletiva no Coletivo BB Artes Visuais no RJ, 2020.
. Exposição individual “Volte a ser feliz” no Espaço Bauhaus, Petrópolis - RJ, 2019.
. Exposição individual “Era uma vez num sonho” no Espaço Bauhaus, Petrópolis - RJ, 2019.
. Participação premiada no Brasília Photo Show - International Festival of Photography - Brasília - DF, 2019.
. Exposição coletiva na Casa da Princesa Isabel - Master Casa de Natal, Petrópolis - RJ, 2019.
. Participação premiada no Brasília Photo Show - Internacional Festival of Photography - Brasília - DF, 2018.
. Exposição coletiva na Art Expo em Nova York, EUA, 2012.
. Exposição individual “Fêmina” no Centro Cultural Raul de Leoni - Petrópolis - RJ, 2010.




PRÊMIOS


. Prêmio Medalha de Ouro Brasília Photo Show Edição: 2021 Categoria:
Infantil Foto: Twins

. Prêmio Estatueta Prêmio máximo da categoria Brasília Photo Show
Edição: 2021 Categoria: infantil Foto: Helena e Elisa

. Prêmio Menção Honrosa Galeria Promissores Brasília Photo Show
Edição: 2019/2020 Categoria: Retrato de pessoas Foto: Gêmeas até a
eternidade

. Prêmio Menção Honrosa Galeria Promissores Brasília Photo Show
Edição 2019/2020 Categoria: Street View Foto: Piedade

. Prêmio Menção Honrosa Galeria Promissores Brasília Photo Show
Edição 2018/2019 Categoria: Randômica Foto: Himbas



MUTILAÇÃO GENITAL FEMININA - Por Dra. Vanessa Jaccoud, psicóloga clínica e psicossomatista,  com Certificação em Traumas Complexos por Harvard Medical School


 A prática é concentrada em 30 países na África e no Oriente Médio, e alguns lugares da Ásia e América Latina. Ainda que denominado pela OMS uma violação aos direitos humanos e tenha uma data representando essa luta pela, ainda é praticado por muitos países e culturalmente visto como uma tradição, como um rito de passagem da vida infantil a vida adulta para as mulheres, mesmo que infelizmente, seja feito contra a vontade delas na maioria dos casos.


A OMS descreve a prática como "um procedimento que fere os órgãos genitais femininos sem justificativa médica". As mulheres que sofreram quando jovens, descrevem a prática ocorrida como brutal e cruel, descrevem as dores inimagináveis que sentem e como são tratadas sem nenhum remorso mínimo de cuidado pelas mulheres que realizam essa prática, são relatos que ninguém deveria sequer imaginar viver esse trauma. Os motivos da prática estão sim ligados às suas tradições e culturas, mas há mais motivos por trás da brutalidade. Dentre alguns estão no controle à sexualidade de mulheres e meninas jovens, já que a prática é realidade em torno dos 12 anos, muitas vezes sendo um pré-requisito para o casamento e relação forte ao casamento infantil. Mas muitas outras comunidades já realizam devido a alguns mitos que circulam entre as comunidades sobre a genitália feminina, crendo que um clitóris que não seja cortado pode crescer ao tamanho de um pênis, ou que a prática aumenta a fertilidade, e outros já consideram a genitália como suja e feia.


A prática é realizada há tempos, crendo a anteceder os tempos do Cristianismo e Islamismo, que só mostra ainda mais há quanto tempo essas mulheres vem sofrendo e são obrigadas a se submeterem, não somente pelo ato em si, mas por viver com medo da sua própria cultura, que suas filhas viverão as mesmas dores e suas filhas então também, a desesperança de receber uma ajuda ou um remorso pelas mesmas mulheres que realizam o ato e os homens que apoiam e demandam. Ainda que seja cultural e visto como uma tradição pelas comunidades que aderem. nenhuma religião em si condena ou promove a prática. É evidente as inúmeras brutalidades do ato em si, as complicações físicas que podem surgir durante e após a longo prazo são inúmeras, mais ainda é a falta de higiene e a falta de importância por quem e onde são realizadas. Além destas, o pior são os efeitos causados na saúde mental destas mulheres.


O trauma que permanece no físico, ecoa também pelo psíquico. A perda de confiança ao próximo, autoconfiança, autoestima e barreiras criadas que dificultam relacionar-se com outros, Transtornos Ansiosos e Depressivos que podem surgir e permanecer com as mulheres que viveram isso. O medo que reina na vida das mulheres que não são tão sortudas ou privilegiadas como nós, que nasceram em comunidades onde são obrigadas a viverem em medo, sujeitas às ideologias que nasceram “errado” ou que seu corpo seja algo repudiável. "Acredito que o impacto vá até muito além do trauma da própria situação em si, dessa violência, independente de estar em tradições, culturas ou comportamentos em massa de um país. Estamos falando de uma desconstrução do feminino, da situação que fere e coloca a margem a expressão do feminino que é, principalmente, pode ser exercido através da sua genital e do contato consigo, toda essa feminilidade e poder justamente se apropriar disso! Somos femininas não somente por orgaos genitais, obviamente que não, principalmente pq nos sentimos a feminilidade aflorar independente do corpo que estamos inserido, mas quando se apropria desse corpo e estamos congruente com esse feminino no físico e se sofre uma mutilação desse tipo, acredito que parte dessa feminilidade, desse direito de exercer a mulher que somos, no sentir na alma e físico, na soma e psiquismo, é ferido ali também, muito dolorosamente em todos os âmbitos, bio, psico, socio, cultural, psíquico, e espiritual, justamente que coloca a prova a certeza de saber quem se é. Preciso me atentar a isso.


Essa desconstrução desse feminiono vai ali em uma série de certezas em quem ela é, e ela começa a estar desfazendo da sua própria crença, do seu próprio sentir, corpo, apropriação feminino que ela representa. Não é só trágico, mas extremamente violento e excessivo. Precisa ser visto que ainda é acontecido nesse século, uma brutalidade enorme. Não tenho ideia de quantos acometimentos podem estar implicados na saúde mental dessas mulheres, mas minimamente traumatizados na brutalidade física e da desconstrução da alma delas, e a ressonância que esses atos traz a vida da pessoa. Então falamos de uma prática que precisa ser revisitada e falada ainda para evitar que ainda seja praticado e mais mulheres sofrerem nas futuras gerações. Falamos muito de violência contra a mulher, essa é uma das brutalidades mundiais que o mundo oferta para as mulheres. Realmente é muito pavoroso pensar nessa dor de alma e corpo, pertencimento, inserção cultural, tudo que permeia a essa mulher e essa feminilidade que está sujeita em tudo que se encaixa."  



SOBRE A TARTAGLIA ARTE



A Tartaglia Arte foi fundada em 1950 como um estúdio de pintura pelo artista Piero Tartaglia, então conhecido como Piery. Após alguns anos, criou um ponto de referência e encontro cultural com outros artistas e jovens talentos onde, sob a orientação do Mestre, desenvolveram seu estilo pessoal. A paixão avassaladora de Tartaglia  pela expressão pictórica com explosões de cor pura e contrastes violentos que tornam a tela viva, deu vida à Escola do Disgregacionismo.  Posteriormente fundou as Galerias, para exposição permanente de seus trabalhos e os de seus alunos, e que hoje são dirigidas pelo filho Riccardo.



O amor pela arte e uma visão cultural ampla são as peculiaridades deste grande artista, e representam sua herança moral e espiritual. Herança que continua sendo representada por Riccardo Tartaglia, que trabalha com a mesma seriedade e tenacidade na propagação da arte, através de exposições e eventos internacionais. Mas tudo com a assinatura de Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez (Membro da Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro e Embaixatriz Cultural com Honoris Causa, pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina - Honra da Arte de Florianópolis), o que confere um atestado de credibilidade e sensibilidade criativa.


Site: tartagliaarte.org

Instagram: @riccardotartaglia @reginanobreztartaglia @tartagliaarte


SERVIÇO
 
Exposição: Pranto
Artista: Andréa Brêtas
Instagram: @andreabretas
Curadoria: Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez
Instagram: @riccardotartaglia @reginanobreztartaglia @tartagliaarte 
Marchand e assessora da artista: Georgia Nolasco @nolascoge
Abertura: 28 de janeiro de 2023 das 13h às 18h
Visitação: 28 de janeiro a 11 de março de 2023  
Local: Espaço Cultural Correios Niterói
Av. Visconde de Rio Branco, 481 – Centro – Niterói/RJ 
Tel: (21) 2503-8550 
De segunda a sexta, das 11h às 18h e sábado,  das 13h às 17h 
Entrada: gratuita
Classificação: livre
Assessoria de imprensa: Paula Ramagem @_paula_r_soares
Apoio: Consolato Onorario Italiano - Florianópolis/SC - CIB/SC - Espaço Cultural Correios
Acesso: Barcas (estação Araribóia), UBER, táxi, ônibus. Do Rio, metrô ou ônibus até a estação Carioca, caminhar até a Estação das Barcas na Praça XV.
O local possui acessibilidade.
Evento gratuito.
Censura livre.


Assessoria de Imprensa:
Paula Ramagem

Depois do sucesso em sua primeira apresentação, no RJ, o ROSA AMARELA, em 2023, apresentará o show ODARA nas principais capitais do país.

     Depois do sucesso em sua primeira apresentação, no RJ, o ROSA AMARELA, em 2023, apresentará o show ODARA nas principais capitais do país.




 > Nos dias 16, 17 e 18 de Janeiro /2023 ( 2ª, 3ª e 4ªf, sempre as 20h ), o show ODARA será apresentado na capital paulistana, no Teatro União Cultural (R. Mario Amaral, 209 – Bairro Paraíso, SP) e os ingressos já estão à venda pelo SYMPLA, aqui: https://bileto.sympla.com.br/event/78899

 
> No dia 02 de Fevereiro /2023 ( 5ªf 20h ) – Dia de YEMANJÁ e data que o ROSA AMARELA completa 04 anos de sua formação -  a apresentação do show ODARA será no Teatro Fernanda Montenegro (R. Cel. Dulcídio, 517 - Batel, Shopping Novo) em Curitiba. Essa apresentação contará com a participação especialíssima do grupo TAMBORES DO PARANÁ.  Os ingressos para esta única apresentação já estão à venda pelo DISK INGRESSOS, aqui: https://www.diskingressos.com.br/event/119

 
> Em Abril /2023 o Show ODARA será em homenagem ao Dia de Ogum / São Jorge,  no RJ.

O show ODARA tem Tempo de Duração de 2h, é Livre para Todas as Idades e conta com a seguinte equipe:

 Pris Mariano – Vocais e direção artística

 Rodrigo Di Castro – Vocais, Cordas e direção musical

 Jimmy Santa Cruz – Baixo

 Sandro Lustosa – Percussão

 Katy Moret – Curimba

 Carlos de Xangô – Curimba

 Francisco Mariano – Curimba

Mestre Fininho & Angel - Capoeiristas

Vinicius Ofá - Dançarino

Cenário e Figurino: Elaine Hoffman

Figurino: Dani Barreiro

 Assistência de produção: Ana Vitória e Júnior Trindade.

 Marketing digital: Isabela Caputo

 Produção Executiva e assessoria de imprensa: João Luiz Azevedo

 
Você já ouviu falar no ROSA AMARELA que vendeu todos os ingressos para sua 1ª apresentação no RJ, em menos de 4 dias, com 2 meses de antecedência da apresentação do show ODARA, confirmando que o público estava curioso em conhecer o repertório, inédito, autoral e apresentando a beleza e a simbologia dos orixás e as demais entidades aliadas à MPB e ao pop, executado ao vivo.

 
“A gente vem colecionando músicas ao longo desse período nas redes sociais e nas plataformas de streaming”, comenta a vocalista Pris Mariano, que faz parceria com o violonista Rodrigo Di Castro. “Montamos esse show com a intenção de levar para as pessoas um pouco mais do conhecimento sobre a umbanda, não somente pela religiosidade e sim por tudo aquilo que a cultura mística e espiritualista do Brasil pode provocar”.

 
Mas se você não é um dos milhares de seguidores das redes sociais do ROSA AMARELA certamente nunca ouviu falar neles ... por isso, vou apresentá-los agora:

 
ROSA AMARELA é um Duo musical composto por Pris Mariano e Rodrigo Di Castro, que apresenta em seu repertório músicas autorais e inéditas.

 
Quem são Pris Mariano e Rodrigo Di Castro?

Pris Mariano, cantora, compositora e escritora, é carioca, neta de benzedeiras, teve seu primeiro contato com a música aos 5 anos de idade, quando num festival de bairro, foi conhecida por sua voz marcante, onde foi celebrada diante de personalidades, dentre eles Laura Carneiro.

Aos 14 anos, já cantava profissionalmente nas casas de show do Rio, abrindo a noite para artistas de peso, como Alcione e Nana Caymmi.

Participou de diversos realitys musicais da TV brasileira e produções vocais para célebres artistas.

Em 2005, apresentou-se como cantora oficial do espetáculo “Cores do Brasil” em Juan Les Pins, França, na casa de espetáculo Pampam. Lá, interpretava canções brasileiras, desde o movimento da Tropicália até Carmem Miranda.

Ao longo de sua carreira musical, a cantora trabalhou por 15 anos emprestando sua voz para celebrar casamentos e festas corporativas pelo Brasil.

Em 2005, participou do projeto “Jpop” do selo Albatroz, onde gravou clássicos da Bossa Nova em japonês, sendo este lançado mercado asiático.

Hoje, escolher “cantar o terreiro” é integrar o rezar em sua arte, como afirma a cantora.

Sua influência umbandista deu-se ainda na infância, na casa de sua avó Nair, no bairro da Pavuna, baixada do Rio de Janeiro.

Já adulta, Pris teve seu primeiro contato com a cultura do Candomblé.

Hoje, a cantora segue como filha da Umbanda do Oriente, onde realiza sua prática Umbandista e espiritual. Junto de sua carreira artística, Pris também executa seu trabalho como pesquisadora de cultura popular, dando ênfase às práticas de benzimento. A cantora dispõe de 2 livros de sua autoria, “Benzedura Ancestral – Saberes de ontem para o hoje bendito!”, “Plantaria – Magia Verde” e um compilado de 36 cartas, com o nome “Oráculo de reza”.

Hoje dirige e atua no artístico do Rosa Amarela, Junto de Rodrigo Di Castro.

Atuando diretamente na direção musical e visual do Rosa Amarela, Rodrigo Di Castro é gaúcho de Santa Maria. Multi-instrumentista, produtor fonográfico e diretor de fotografia, já aos 12 anos, integrou como músico um grupo de folclore latino-americano, “Os Chimangos” viajando para shows por todo o Brasil e até mesmo exterior, quando participou de uma mostra de folclore na Bélgica e Alemanha.

Por sua desenvoltura com o seu instrumento, o violão, aos 16 anos já havia conquistado 5 premiações como melhor instrumentista em festivais de músicas nativistas gaúchas.

Durante 2 anos realizou trabalhos musicais na Argentina o que aprofundou mais ainda sua vivência musical com o folclore Latino Americano.

Após esse período, realizou jingles publicitários, o que lhe rendeu o prêmio de melhor trilha do ano no salão de propaganda de Santa Maria/RS.

Seus trabalhos incluem produções para o selo Albatroz de Roberto Menescal, em que arranjou, interpretou e gravou diversos clássicos da música mundial transformados em bossa nova, que caracteriza o selo Bossa 58, além de diversas produções para artistas independentes.

Durante 15 anos dividiu suas produções com apresentações ao vivo, em um trabalho voltado para o entretenimento musical em eventos sociais.

 
Para ter acesso ao trabalho da dupla, eles disponibilizam em suas redes sociais, todo seu trabalho.

Siga as redes sociais e acompanhe este canto!

 







No próximo dia 02/02/2023, o DUO ROSA AMARELA comemorará 4 anos de lançamento, de sua primeira música “YEMANJÁ”, quando foi produzido o primeiro videoclipe da dupla. Ao todo, a canção já teve mais de 2,5 milhões de visualizações nas redes sociais. Confira aqui: https://www.youtube.com/watch?v=KZOyLPXBJVg

Outras composições também somam números expressivos – ao todo, elas alcançam a marca de mais de 20 milhões de execuções - e esse êxito faz com que Pris acredite que, o público esteja avido em conhecer o trabalho da dupla:  “A gente está montando um roteiro para uma pequena turnê pelo país. Pretendemos levar o nosso canto e a nossa fé pelo Brasil. Em janeiro/2023 estaremos em São Paulo, no Teatro União Cultural e em fevereiro/2023 estaremos em Curitiba, no Teatro Fernanda Montenegro (PR) e em abril/2023, homenagearemos Ogum, com uma apresentação no RJ.  Ao longo de 2023 já temos outras datas e cidades a serem confirmadas que em breve serão divulgadas. Que Deus diga amém, axé e tudo que ele tem para dizer!”, torce.

 
O Show:

 O show ODARA é um passeio cultural entre “o sagrado e o profano”, como afirma a dupla.

 Com isso, promove-se a igualdade perante as diversidades, assim como o direito de exercer a fé, desmistificando conceitos preconceituosos. Entende-se que cultura é tudo aquilo que perpassa por nossa formação ética, educacional e de valor.

Como tradução sonora, o show ODARA tem como influência rezas cantadas, aliadas à Música popular brasileira.

 Assim, na visão da dupla, os casos de intolerância aliados à ignorância de pensamento, vem atingindo grupos que não podem manifestar sua fé. Ou seja: no Brasil atual, exercer um papel cultural que se deseja – neste caso por meio da música – é um grande desafio, mas ao mesmo tempo a maneira mais fácil, uma vez que arte unifica linguagens e estreita caminhos.

 No repertório, Pris Mariano e Rodrigo Di Castro, apresentam a beleza da cultura popular brasileira, permeado pela simbologia dos Orixás e demais arquétipos que derivam de nossas influências.

 A dupla acredita ser a música, uma grande ferramenta para ampliação de consciência, cristalizando pontes entre grupos de diferentes gostos e crenças.

 Inspirando-se no perfume da Umbanda, as canções do Rosa Amarela conseguem traduzir rezas em canto próprio, único e particular.

 O Show “ODARA” tem como formação a presença da dupla e de músicos acompanhantes além da participação de capoeiristas e bailarinos.

Show ODARA com o ROSA AMARELA 

 Pris Mariano – Vocais e direção artística

 Rodrigo Di Castro – Vocais, Cordas e direção musical

 Jimmy Santa Cruz – Baixo

 Sandro Lustosa – Percussão

 Katy Moret – Curimba

 Carlos de Xangô – Curimba

 Francisco Mariano – Curimba

 Mestre Fininho & Angel - Capoeiristas

Vinicius Ofá - Dançarino

 Cenário e Figurino: Elaine Hoffman

 Figurino: Dani Barreiro

 Assistência de produção: Ana Vitória e Júnior Trindade.

 Marketing digital: Isabela Caputo

 Produção Executiva e assessoria de imprensa: João Luiz Azevedo

 
* Teatro União Cultural - SP

 R. Mario Amaral, 209 – Bairro Paraíso, São Paulo - SP
Dias 16, 17 e 18 de janeiro/2023
2ª, 3ª e 4ªf 20h

Preço dos Ingressos: R$ 150,00 / 75, (meia para estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos)

 Ingressos à venda pelo SYMPLA, aqui:


 Tempo de Duração: 2h

 Livre para Todas as Idades

 
* Teatro Fernanda Montenegro

 Rua Cel. Dulcídio, 517 - Batel, Curitiba – Paraná
Dia 02 de fevereiro/2023
Quinta feira 20h

 Preço dos Ingressos: R$ 120,00 / 60, (meia para estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos)

 Ingressos à venda pelo DISK INGRESSOS, aqui:


 Tempo de Duração: 2h

 Livre para Todas as Idades

sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

Candidatas já se preparam para as urnas em 2024

   Candidatas já se preparam para as urnas em 2024


De norte a sul do Brasil, mulheres negras, mães, LBTQIA+ aprendem em curso gratuito como obter melhores resultados na próxima disputa municipal


As pernambucanas Janielly Azevedo e Ailce Moreira viram seu mundo cair ao não alcançar a quantidade de votos necessárias para ocupar uma cadeira no Legislativo Brasileiro nas eleições de 2022. Mesmo assim, não pararam de trabalhar um minuto para ressignificar essa derrota, transformando-a em aprendizado para a corrida em 2024.


Janielly é ex-candidata a Deputada Federal, preta, mãe, estudante de jornalismo na UNICAP e participante ativa na política, no cargo de presidente do diretório municipal de Jabotão dos Guarapares. Já Ailce, de ascendência negra e indígena, é evangélica, artista, progressista e foi candidata à Deputada Estadual, lutando pelo alcance da justiça, da dignidade humana e da vida plena para toda a sociedade.


Outro exemplo de superação é da ex-candidata ao Governo tocantinense, Karoline Chaves. Advogada especialista em direitos das mulheres e pessoas LGBTIs, estudos latinoamericanos e desenvolvimento regional, Karoline participa ativamente na política pela Rede Candaces e a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia, focando no combate a homofobia.


O que as três têm em comum? A  seleção para participar do projeto social d'A Tenda das Candidatas, que oferece uma formação gratuita voltada às mulheres que foram às ruas pedir votos, mas não conquistaram uma cadeira nas últimas eleições. A ideia é não permitir que elas desistam de fazer parte do quadro político brasileiro.


O projeto - Ao todo, 17 brasileiras vêm buscando uma virada de chave nesta nova formação do projeto, intitulada “Pós-Eleições para não eleitas”. Em uma analogia à letra “Volta Por Cima”, de Paulo Vanzolini, elas tentam levantar, sacudir a poeira e buscar novos conhecimentos e apoio emocional para encarar as próximas disputas.


Permitir que candidatas mulheres ressignifiquem o termo “derrota nas urnas” é um dos principais desafios dos encontros semanais promovidos pelo projeto. As aulas, que ocorrem de forma online e gratuita, têm duração de três meses.


Como explica Hannah Maruci, doutoranda e mestra em Ciência Política na Universidade de São Paulo e uma das fundadoras d’A Tenda das Candidatas, o período eleitoral é uma maratona para todas as pessoas, um processo que esgota as energias de várias formas. 


“No caso das mulheres, sobretudo as negras, LBTQIAP+, indígenas, quilombolas, PCDs e mães, essa experiência pode ser traumatizante”, acrescenta ela, lembrando da importância de dar voz e abrir portas para esse público historicamente negligenciado. 


Hannah conta que, embora A Tenda das Candidatas ofereça desde 2020 uma preparação às mulheres que vão disputar uma vaga na política, é a primeira vez que o projeto seleciona veteranas dessa maratona. Nessa edição especial da formação, foram escolhidas apenas 17 ex-candidatas – ou “atendidas”, como preferem ser chamadas – para que cada uma tivesse uma consultoria personalizada. 


Além de ter concorrido nas últimas eleições, outros critérios foram levados em consideração nessa escolha, seguindo as diretrizes do projeto social: combater as desigualdades racial e de gênero nos cargos do Poder Legislativo e Executivo, pela inserção do público feminino na política, priorizando, inclusive, as negras e indígenas.


As fundadoras do projeto decidiram focar os esforços nas “não eleitas” para essa formação, trazendo às aulas diversos temas necessários para o êxito nessa trajetória, incluindo desde questões práticas (como auxílio para a prestação de contas da campanha) até situações mais complexas, como o apoio psicológico para vítimas de violência sofridas durante a disputa. 


Para Karoline Chaves, com o apoio, ela aprendeu que é preciso um tempo para descansar e retomar as atividades porque, “acima de tudo, somos necessárias”. Já Ailce afirma que “como candidata de 'primeira viagem' participar da formação para candidatas não eleitas d'A Tenda  é reconstruir o horizonte da luta e do caminho político”. Janielly finaliza: “A Tenda não só me trouxe mais segurança, como também trouxe um novo horizonte para nossa equipe”.


Para a advogada Laura Astrolabio, co-fundadora da A Tenda das Candidatas, abrir essa oportunidade às candidatas não eleitas também é uma forma de mudar a regra do jogo. “O período pós-eleições é extremamente crucial para a retenção de lideranças no processo eleitoral, pois se uma candidata passou por essa experiência, mesmo não se elegendo, ela já pertence a um quadro mais forte para as próximas eleições”, afirma.


Conta Desigual - Além de formação de mulheres para a política, a Tenda das Candidatas atua na divulgação de estudos e análises sobre as desigualdades nas eleições, como fez na recente campanha “A conta não fecha”, quando denunciou a sub-representação de gênero e raça nos cargos dos poderes Legislativo e Executivo do País. 


Mulheres somam 53% do número de eleitores no Brasil, mas são apenas 15% do Congresso, ou 15 mulheres num universo de 81 senadores. No caso das mulheres negras, elas representam 2,5% das cadeiras na Câmara dos Deputados e, no Senado, ocupam só 2 das 54 vagas na atual legislatura. 


“A política eletiva tem uma estrutura de exclusão complexa que atua para expulsar mulheres, ao negar uma fonte de recursos que as impede de fazer uma campanha digna. Infelizmente, o fundo eleitoral no Brasil tem gênero e têm cor”, conclui Laura.


Às vésperas da estreia do 'BBB 23’: Conheça os ex-BBBs que estão investindo no inglês

       Às vésperas da estreia do 'BBB 23’: Conheça os ex-BBBs que estão investindo no inglês


Carolina Diniz, a “Teacher dos Famosos”, destaca os principais motivos que influenciam os brothers a buscarem aprender o idioma após confinamento


Carolina Diniz e Bianca Andrade (Boca Rosa)



Em busca de mais agilidade e eficiência, Felipe Prior, Bianca Andrade, a Boca Rosa, Flay, Gabi Martins e Daniel Lenhardt foram alguns dos os ex-BBBs que decidiram investir no método de ensino da Carolina Diniz, a “Teacher dos Famosos”, para aprender o inglês fluente.


Após o confinamento, muitas portas se abrem para os participantes da casa mais vigiada do Brasil, e tudo acontece muito rápido. Além de inúmeras possibilidades de viagens internacionais, carreira musical e artística como o caso da Flay e Gabi Martins, marcas e empresas os procuram para contratos no exterior e a necessidade da fluência no idioma ganha evidência.




“Normalmente os artistas me procuram porque eles precisam aprender rápido, e não possuem tempo de ficar dentro de uma sala de aula demorando anos para aprender o inglês, eles precisam pelo menos conseguir se comunicar rápido, e eu desenvolvi um método de ensino diferenciado fora do tom “robótico”, que é o mesmo que uso com todos os meus alunos”, conta Carolina Diniz.


No ano passado, Carolina Diniz acompanhou a Boca Rosa na festa da Forbes em Nova York, e aproveitou para aplicar o método vivendo a experiência do inglês na prática.


A 23ª edição do Big Brother Brasil estreia no dia 16 de janeiro, uma segunda-feira, na TV Globo.


Instagram: @teacherdosfamosos


terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Alegria, boa música e diversão! Carlinhos Brown comanda a primeira edição do Carnavais em São Paulo

      Alegria, boa música e diversão! Carlinhos Brown comanda a primeira edição do Carnavais em São Paulo 


Cantor baiano fará uma apresentação especial nesse projeto inédito no Novo Anhangabaú


Carlinhos Brown - Crédito: Leo Aversa


Carlinhos Brown, referência em boa música e animação, desembarca em São Paulo para se apresentar na primeira edição do projeto Carnavais. Com a proposta de abrir portas para todas as comemorações carnavalescas do Brasil, o evento acontece nos dias 11 e 12 de fevereiro, no Novo Anhangabaú, no Centro Histórico. 


Para animar o público em estilo carnavalesco, Carlinhos Brown será um dos nomes responsáveis por comandar a festa no domingo, dia 12. Conhecido por sua trajetória musical, o cantor, compositor, arranjador, multi-instrumentista, apresentará ao público paulistano seus maiores sucessos como “Você, o Amor e Eu”, “A Namorada”, “Magalenha”, “Ginga de Balé”. Impossível ficar parado ao som de tantos hits! Brown é o Primeiro músico brasileiro a fazer parte da Academia do Oscar e a receber os títulos de Embaixador Ibero-Americano para a Cultura. 


No mesmo dia, a festa também contará com apresentações de Claudia Leitte, Banda Eva, Antônio Nóbrega, Bateria da Tom Maior, Maracatu Bloco de Pedra e Cordão Bola Preta. No sábado, dia 11, o público irá se divertir ao som de Ferrugem, Léo Santana, Bloco Agrada Gregos, União da Ilha, entre outros grandes nomes. 


A festa Carnavais promete ao público a imersão com experiências pelos principais polos e ritmos de carnaval, unindo as principais culturas espalhadas pelo país: Te encontro no Farol (Bahia), Te encontro nos Quatro Cantos (Pernambuco), Te encontro no Sambódromo (Rio e São Paulo), em todas as áreas os visitantes encontrarão um espaço instagramável, além de culinária local.


Para Marcelo Britto, empresário e sócio da Salvador Produções e Entretenimento, este evento será a abertura para todos os carnavais do Brasil. “O projeto chega com o intuito de oferecer um conjunto de experiências com a presença dos maiores artistas do país, queremos que seja uma festa inesquecível para o público. Unindo culturas e costumes encontrados nos maiores carnavais. Por isso, escolhemos um artista como o Carlinhos, para representar todas essas festividades”, explica Britto. 


Com uma infraestrutura capaz de receber 24 mil pessoas, com dois ambientes diferentes, o espaço folia terá ingresso promocional por R$ 40,00. Já no espaço lounge, os ingressos terão o custo de R$ 400,00 com direito ao serviço de open bar e visão privilegiada no front stage para 4 mil pessoas. Para compras de ingresso, acesse


Serviço - Carnavais 2023

Local: Novo Anhangabaú – Centro Histórico de São Paulo

Datas: 11 e 12 de fevereiro de 2023

Horário: 12h às 23h

Realização: Salvador Produções

Vendas: www.ingresse.com/carnavais2023


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