segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

As faces da dor

                           




SAÚDE TOTAL


CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA


                                                          AS FACES DA DOR

O que dói mais: uma perna quebrada ou um coração partido? Acredito que se formos fazer esta pergunta em uma plateia, certamente teríamos opiniões bem contrastantes, não é mesmo?

Evidentemente que a dor de uma perna quebrada vai ser visível, portanto, mais sentida, talvez celebrada; mas a dor de uma humilhação, de uma rejeição ou de um insulto, machuca tanto quanto a dor física.

Isso acontece porque as regiões cerebrais que são ativadas quando temos uma dor física, mantém uma conectividade com nossa necessidade de apego social, portanto, provoca dor. Ou seja, sentir-se mal diante de uma situação embaraçosa significa ativar sistema responsáveis por sentirmos o desconforto da dor.

Um experimento observado pelos pesquisadores Naomi Eisenberger e Matthew Lieberman feito com estudantes universitários prova o que relatamos acima. Olha o que fizeram.

Eles colocaram 3 estudantes para jogarem cyberball. Em um dado momento, um dos três, que na verdade estava sendo monitorado, foi rejeitado pelos outros dois, que continuaram o jogo sem solicitarem a participação deste. E veja o que aconteceu: a ressonância magnética funcional – um procedimento que identifica as regiões cerebrais ativas pelo monitoramento do fluxo sanguíneo – identificou que, quando rejeitado, o cérebro do jogador, foi ativado na região que provoca o mesmo sofrimento daqueles que recebem picadas de agulha, choques elétricos ou outras dores físicas induzidas experimentalmente.

Isso é tão real que quando somos traídos, rejeitados, abandonados, ou não considerados, uma das frases que falamos com muita frequência é “estou com uma dor no coração”.

Percebemos então a real importância da conexão com o outro, do estar junto, de ativar a empatia cognitiva, que nos leva a sentir com o outro e participar ativamente do seu sentimento, seja ele bom ou desafiador.

A dor social é uma ferramenta de sobrevivência, pois nos leva a ligar nosso coração a outros corações, em busca de acolhimento e paz. Condutos que de tão importantes, se não forem buscados e conservados não conseguiríamos sobreviver.

Um grande abraço para você!

Instagram: eduardo_baunilha_psicanalista

Telefone: 27 999246247 (atendimento online e presencial)

domingo, 9 de fevereiro de 2025

Eloah San Martini Comemora Aniversário em Grande Estilo nas Dunas de Genipabú, RN

 Eloah San Martini Comemora Aniversário em Grande Estilo nas Dunas de Genipabú, RN


Fotos: Bill Josh e Pipa Jardim


A jovem socialite Eloah San Martini, filha do renomado empresário Riccardo San Martini, celebrou seu aniversário de forma grandiosa em um evento exclusivo nas deslumbrantes Dunas de Genipabú, no Rio Grande do Norte. Com um cenário paradisíaco como pano de fundo, a comemoração promete ser um marco na vida da herdeira da corporação San Martini.


Fotos: Bill Josh e Pipa Jardim.


A festividade, que se estenderá por três dias, contará com uma programação recheada de atrações. Eloah proporcionou aos 19 convidados um verdadeiro festival privado, com a presença de 12 DJs de renome, garantindo que a música não falte em nenhum momento. Os convidados poderão desfrutar de chalés privativos, proporcionando conforto e privacidade durante a celebração.


Fotos: Bill Josh e Pipa Jardim.


O evento também se destaca pela excelência gastronômica, com um cardápio elaborado por grandes chefs, que promete agradar aos paladares mais exigentes. Para brindar a ocasião, um estoque generoso de champanhe foi preparado, garantindo que todos os momentos sejam celebrados com sofisticação e estilo.


Fotos: Bill Josh e Pipa Jardim.


Eloah já havia chamado a atenção da mídia no ano passado, quando comemorou seu 18º aniversário em uma festa exclusiva no Rio de Janeiro. Agora, com este festival nas icônicas dunas potiguares, a jovem socialite reafirma sua posição como uma das promessas do mundo dos eventos de luxo. Se continuar nesse ritmo, certamente grandes celebrações estão por vir.


Fotos: Bill Josh e Pipa Jardim.


Com um evento que combina glamour, música e uma localização deslumbrante, Eloah San Martini não apenas celebra mais um ano de vida, mas também solidifica seu nome no circuito social brasileiro. As expectativas são altas, e o mundo dos eventos está de olho em suas próximas movimentações.


Fotos: Bill Josh e Pipa Jardim.



Fotos: Bill Josh e Pipa Jardim.
Assessoria de imprensa Lívia Rosa Santana

quinta-feira, 30 de janeiro de 2025

Efeito holofote

                              




SAÚDE TOTAL


CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA


                                                   EFEITO HOLOFOTE

Não podemos negar: gostamos de nos colocar no centro do nosso próprio universo. É por isso que as informações que recebemos, e que têm relação conosco, são as mais fáceis de serem lembradas. Se estamos trabalhando em grupo, observamos mais nosso desempenho do que o dos demais e quando participamos de uma geração de informação, a lembramos com mais facilidade do que se a tivéssemos recebido passivamente.

Mas existem outras maneiras de observamos esta linha egocêntrica. Pode ser que tenha um desconforto ao ir à igreja por achar que todos perceberão suas olheiras por ter tido uma semana muito difícil, ou desistir de ir a um casamento por ter que repetir a mesma roupa do casamento de um outro amigo. Os psicólogos sociais chamam esta percepção um tanto equivocada de Efeito holofote, ou seja, achamos que estamos chamando mais atenção do que realmente estamos.

O pesquisador Thomas Gilovich e seus associados fizeram um experimento em que pediram para alguns estudantes entrarem em uma sala com uma camisa que tinha uma enorme foto estampada. Obviamente que os participantes acreditaram que estavam sendo observados pela maioria, mas qual foi a surpresa ao descobrirem que apenas 20% das pessoas que estavam na sala perceberam.

O que na verdade, na maioria das vezes acontece, é que sentimos que notamos e observamos mais os outros do que eles nos olham e observam. Isso tudo acontece por causa do nosso viés egocêntrico.

A grande questão que os levo a pensar é que o viés egocêntrico pode nos fazer aceitar falsidades com facilidade. Quer ver um exemplo? Por que as pessoas acreditam em horóscopo? Porque o que escrevem ali se aplica praticamente a qualquer pessoa. Basicamente todos se identificam. E o que nos leva a acreditar? Nossa visão egoísta de nós mesmos. Nós o lemos e já imaginamos que escreveram tendo como base nossa personalidade.

E por que é bom saber de tudo isso? Para, por meio do autoconhecimento, que é adquirido quando questionamos nossas atitudes e pensamentos, possamos diluir algumas crenças que podem nos atrapalhar, por exemplo, de irmos a um casamento por causa de uma espinha no rosto.

Um grande abraço para você!

Instagram: eduardo_baunilha_psicanalista

EXCLUSIVO: Revista Total e Numen Data revelam os números da corrida para o Governo de Pernambuco em 2026

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